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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Diagramas de Comandos Elétricos

VEJAMOS O DIAGRAMA PRINCIPAL DE UM COMANDO BEM SIMPLES VEJA A FIGURA ABAIXO:
AGORA VEREMOS O DIAGRAMA DE COMANDO VEJA A FIGURA ABAIXO:
BOM PESSOAL AGORA VEJAMOS O DIAGRAMA MULTIFILAR POUCO USADO NORMALMENTE ELES VEM EM DIAGRAMAS UNIFILAR MAIS AI ESTA O MULTIFILAR VEJA A FIGURA ABAIXO:
DIAGRAMA UNIFILAR MAIS COMUN E MAIS USADO EM SIMBOLOGIA DE COMANDOS ELETRICOS VEJA A FIGURA ABAIXO LEMBRANDO QUE TODOS ESSES ESKEMAS SÃO O MESMO SO QUE DE FORMAS DIFERENTES:
VAMOS AGORA CONHECER AS PRINCIPAIS SIMBOLOGIA DO COMANDOS ACIMAS MOSTRADOS
AGORA MOSTRAREI UM DIAGRAMA COMUN DE INVERSOR DE DO MOTOR MONOFASICO MUITO SIMPLES E FACIL DE FAZER VEJA AS FIGURAS ABAIXOS EM VARIOS DIAGRAMAS: DIAGRAMA PRINCIPAL:
DIAGRAMA DE COMANDO:
SEG.
LIGAÇÃO SUBSEQUENTE AUTOMÁTICA DE MOTORES 1. Objetivo Ligar o motor M1 e após um determinado tempo, acionar o motor M2 utilizando um relé temporizado. 2. Introdução Teórica Na ligação subseqüente de motores, podemos acionar uma esteira, ponte rolante ou um sistema automático industrial, a fim de desenvolver um produto determinado. No caso de uma esteira o acionamento é dado por três motores M1, M2, M3. Se um dos motores é desligado por exemplo, devido a sobrecarga, todos motores à frente deste, no sentido de condução, serão desligados; é interrompido o fornecimento de carga à esteira, enquanto os motores montados anteriormente continuam a funcionar, transportando a carga até o descarregamento desta esteira. VEJAMOS O DIAGRAMA PRINCIPAL:
DIAGRAMA DE COMANDO:
INVERSÃO DO SENTIDO DE ROTACÃO 1. Objetivo Comando de um motor nos dois sentidos de rotação. 2. Introdução Teórica A reversão automática utilizada para motores acoplados à máquina que partem em vazio ou com carga, esta reversão pode-se dar dentro e fora do regime de partida. A sua finalidade dentro de determinados processos industriais tem-se necessidade da reversão do sentido de rotação dos motores para retrocesso do ciclo de operação, como o caso de esteira transportadora. Os contatos para o movimento a direita e para a esquerda, estão intertravados entre si, através de seus contatos auxiliares (abridores) evitando assim curto - circuitos. DIAGRAMA PRINCIPAL:
DIAGRAMA DE COMANDO:
LIGAÇÃO DE UM MOTOR TRIFÁSICO EM ESTRELA E TRIÂNGULO 1. Objetivo Ligação em estrela e triângulo. 2. Introdução Teórica Sempre que possível, a partida de um motor trifásico de gaiola, deverá ser direita, por meio de contatores. Deve ter-se em conta que para um determinado motor, as curvas de conjugados e corrente são fixas, independente da dificuldade da partida, para uma tensão constante. Nos casos em que a corrente de partida do motor é elevada podem ocorrer as seguintes conseqüências prejudiciais: a. elevada queda de tensão no sistema da alimentação da rede. Em função disto provoca a interferência em equipamentos instalados no sistema. b. o sistema de proteção (cabos, contatores) deverá ser superdimensionada ocasionando um custo elevado. c. a imposição das concessionárias de energia elétrica que limitam a queda da tensão da rede. Caso a partida direta não seja possível devido aos problemas citados acima, pode-se usar sistema de partida indireta para reduzir a corrente de partida. Em alguns casos ainda, pode-se necessitar de um conjugado de partida alto, com corrente de partida baixa, deve-se neste caso escolher um motor de anéis. 3. Partida de Motores com Estrela – Triângulo É fundamental para a partida com a chave estrela - triângulo que o motor tenho a possibilidade de ligação em dupla tensão, ou seja, em 220 / 380V , em 380/660V ou 440/760V . Os motores deverão ter no mínimo 6 bornes de ligação. A partida estrela- triângulo poderá ser usada quando a curva de conjugados do motor é suficientemente elevada para poder garantir a aceleração da máquina com a corrente de partida na ligação - triângulo. Também a curva do conjugado é reduzida na mesma proporção. Por este motivo, sempre que for necessário uma partida estrela - triângulo, deverá ser usado um motor com curva de conjugado elevado. Os motores WEG, têm alto conjugado máximo de partida, sendo portanto ideais para a maioria dos caso, para uma partida estrela - triângulo. Antes de se decidir por uma partida estrela- triângulo, será necessário verificar se o conjugado de partida será suficiente para operar máquina. O conjugado resistente da carga não poderá ultrapassar o conjugado de partida do motor (veja figura 2.4), nem a corrente no instante da mudança para triângulos poderá ser de valor inaceitável. Existem casos onde este sistema de partida não pode ser usado, conforme demonstra a figura 2.5. Na figura 2.5. temos um alto conjugado resistente Cr. Se a partida for em estrela, o motor acelera a carga até a velocidade, ou aproximadamente até 85% da rotação nominal. Neste ponto, a chave deverá ser ligada em triângulo. Neste caso, a corrente, que era de aproximadamente a nominal, ou seja, 100%, salta repentinamente para 320%, o que não é nenhuma vantagem, uma vez que na partida era de somente 190%. Na figura 2.6. temos o motor com as mesmas características, porem o conjugado resistente CR é bem menor. Na ligação Y , o motor acelera a carga até 95% da rotação nominal. Quando a chave é ligada em   , a corrente que era de aproximadamente 50%, sobe para 170%, ou seja, praticamente igual a da partida Y. Neste caso a ligação estrela - triângulo apresenta vantagem, porque se fosse ligado direto, absorveria da rede 600% da corrente nominal. A chave estrela - triângulo em geral só pode ser empregada em partidas da máquina em vazio, isto é, sem carga. Somente depois de ter atingido a rotação nominal, a carga poderá ser aplicada.
Esquematicamente, a ligação estrela - triângulo num meter para uma rede de 220V é feita de maneira indicada na figura acima notando-se que a tensão por fase, durante a partida é reduzida para 127V. DIAGRAMA PRINCIPAL:
DIAGRAMA DE COMANDO:
DIAGRAMA UTILIZANDO UMA CARGA TRIFASICA COM LAMPADAS:
COMANDO AUTOMÁTICO POR CHAVE COMPENSADORA (AUTO - TRANSFORMADOR) 1. Objetivo - comando por chave compensadora. 2. Introdução Teórica 3. Partida por Auto – Transformador Este modo de partida se aplica igualmente aos motores de forte potência, aos quais ele permite dar a partida com características mais favoráveis que obtidas com partida por resistência, isto devido ao fato de proporcionar um conjugado de partida mais elevado, com um pico de corrente mais fraco (reduzido). A partida se efetua geralmente em dois tempos: 1º tempo : Alimentação do motor sob tensão reduzida, por intermédio de um auto - transformador. Desprezando-se o valor da corrente magnetizante, o pico e o conjugado na partida são reduzidos, ambos proporcionalmente ao quadrado da relação de transformação (enquanto que, na partida por resistências, o pico de corrente só é reduzido na simples relação de redução da tensão). As chaves compensadoras (partida por auto - transformadores) são previstas para um pico de corrente e um conjugado na partida, representando 0,42 ou 0,64 dos valores em partida direta, conforme o tap de ligação do auto - transformador dor 65% ou 80%, respectivamente. O conjugado motor permite atingir assim um regime elevado. 2º tempo: Abertura do ponto neutro do auto - transformador e conexão do motor sob plena tensão o qual retoma suas características naturais (fig. 03). Curvas características velocidade - conjugado e velocidade - corrente (valores indicado em múltiplos valores nominais). Corrente de Partida : Se, por exemplo, um motor na partida direta consome 100A , com o auto - transformador ligado no tap de 60% (0,6), a tensão aplicada nos bornes do motor é 60% da tensão da rede. Com a tensão reduzida a 60%, a corrente nominal (In) nos bornes do motor, também é apenas 60%, ou seja, 0,60 x 100 = 60A. A corrente de linha (I ) , ( antes do auto - transformador) é dada por :
O momento de partida é proporcional ao quadrado da tensão aplicada aos bornes do motor, no caso do exemplo ele é 0,6 x 0,6 = 0,36 ou seja, aproximadamente 1/3 do momento nominal, como na chave estrela - triângulo. No tap de 80% teríamos um momento de 0,8 x 0,8 = 0,64, ou seja, aproximadamente 2/3 do momento do motor. Neste caso a corrente de linha seria: VEJA O DIAGRAMA PRINCIPAL:
DIAGRAMA DE COMANDO?
COMANDO AUTOMÁTICO PARA DUAS VELOCIDADES ( DAHLANDER) 1. Objetivo - diagrama de comando - variação de velocidade 2. Introdução Teórica Variação de velocidade do motor Consegue-se variar a velocidade de rotação quando se trata de um motor de rotor bobinado. Pode-se lançar mão de varias soluções para variar a velocidade do motor. As mais comuns são: • Variação da intensidade rotórica da corrente, de modo a se obter variação no desligamento. A energia correspondente ao deslizamento é recuperada e devolvida à rede após retornarem as características de ondulação na freqüência da rede, o que é conseguido com o emprego de uma ponte de tiristores; - Variação da freqüência da corrente; • Introdução de resistências externas ao rotor (reostato divisor de tensão) para motores de pequena potência. Escolha do Motor Para a escolha do motor pode-se observar o que indicam as tabelas 6.2. e 6.3. TABELA 6.2. - Escolha do motor levando em conta a velocidade.
DIAGRAMA PRINCIPAL:
DIAGRAMA DE COMANDO:
COMANDO AUTOMÁTICO PARA COMPENSADOR COM REVERSÃO 1. Objetivo - ligação de uma chave compensadora com reversão. 2. Introdução Teórica Sistema de comando elétrico que permite a partida de motores com tensão reduzida e inversão do sentido de rotação. É utilizado para reduzir o pico da corrente nos motores da partida. DIAGRAMA PRINCIPAL:
DIAGRAMA DE COMANDO E AUXILIAR:
COMANDO AUTOMÁTICO ESTRELA – TRIÂNGULCOM REVERSÃO 1. Objetivo - ligação estrela - triângulo com reversão. 2. Introdução Teórica Sistema de comando elétrico que possibilite a comutação das ligações estrela para triângulo, permitindo ainda a inversão dos sentidos de rotação do motor. DIAGRAMA PRINCIPAL:
DIAGRAMA DE COMANDO E AUXILIAR:
COMANDO AUTOMÁTICO PARA DUAS VELOCIDADES COM REVERSÃO ( DAHLANDER ) 1. Objetivo - ligação Dahlander com reversão. 2. Introdução Teórica É um sistema de comando elétrico aplicado a um motor com enrolamento único tipo Dahlander. Suas pontas de saída permitem ligação em comum pólos, ou yy com n/2 pólos, possibilitando a obtenção de 2 velocidades diferentes, bem como duplo sentido de rotação tanto para V1 como em V2 DIAGRAMA PRINCIPAL:
ESTA FALTANDO O DIAGRAMA DE COMANDO \O/ JAJA VOU POSTAR!
Aguarde estamos preparando novas postagens!!!!

2 comentários:

  1. meu muito legal essa materia aqui. anotei tudo aqui agora vou colokar em pratica att!

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  2. show de bola amigo

    abração Rogério

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